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Contexto
Uma loja de bairro com poucos funcionários, faturamento em crescimento e um dono que cuidava de tudo: compras, vendas, equipe e também do financeiro, quase sempre no fim do dia, no cansaço.
As contas eram pagas, o movimento era bom, mas faltava uma resposta simples: o que sobra no fim do mês?
O que encontramos
- Despesas da loja e despesas pessoais saindo da mesma conta.
- Contas a pagar controladas por lembretes e anotações soltas.
- Recebimentos de cartão sem conferência das taxas e dos prazos.
- Nenhum fluxo de caixa que mostrasse os próximos 30 e 60 dias.
O que fizemos
Começamos pela organização das rotinas: separação das contas, calendário de pagamentos, conferência dos recebimentos e um fluxo de caixa simples, atualizado todas as semanas.
Com as informações organizadas, passamos a olhar para os números: margem por linha de produto, peso das despesas fixas e efeito real das vendas parceladas no caixa.
Organizar não foi o objetivo final. Foi o que tornou possível enxergar o negócio.
O resultado
- Visão semanal do caixa, com previsão para os próximos 60 dias.
- Clareza sobre quais produtos sustentavam a operação.
- Renegociação de prazos com fornecedores a partir de dados concretos.
- Decisões de compra e de preço tomadas com informação, e não por sensação.
Sua loja também precisa enxergar melhor os próprios números?
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